Mortalidade Infantil 

A ferramenta mort@lidades.infantil foi atualizada para o ano de 2016. Esta ferramenta de visualização de dados e informação de saúde faz uma análise da natalidade, mortalidade infantil e suas componentes no período de 1996 a 2016, promovendo, assim, um melhor conhecimento e compreensão das respetivas dinâmicas e tendências na região Centro e também em cada um dos seus 6 Agrupamentos de Centros de Saúde (ACeS) e 2 Unidades Locais de Saúde (ULS). A informação e conhecimento gerados por esta ferramenta disponibilizada no portal da Administração Regional de Saúde (ARS) do Centro são particularmente úteis para o apoio à tomada de decisão e definição de prioridades em saúde materno-infantil.
Esta ferramenta foi o resultado do trabalho conjunto efetuado pelos Observatórios Regionais de Saúde dos Departamentos de Saúde Pública (e de Planeamento) das ARS do Norte, Centro, Lisboa e Vale do Tejo, Alentejo e Algarve.
Da análise da evolução dos nados vivos, dos óbitos e das respetivas taxas brutas de natalidade e mortalidade o aspeto fundamental a realçar é o ligeiro aumento da natalidade no ano transato na Região de Saúde do Centro, acompanhando a tendência do Continente.
Relativamente à análise dos indicadores de mortalidade infantil e suas componentes é fundamental realçar a acentuada diminuição do número anual de óbitos infantis na Região de Saúde do Centro (-72,5%) e da taxa anual de mortalidade infantil (-3,2%) no período entre 1996 e 2016. De salientar a forma consistente como diminuiu a taxa de mortalidade infantil no período em análise, especialmente até 2010, ano em que registou o valor mais baixo. De uma taxa de 5,3 óbitos infantis por mil nados-vivos em 1996, a Região de Saúde do Centro registou uma taxa de 2,1‰ em 2016, valor inferior ao ano anterior (2,7‰). No triénio de 2014-2016 a taxa de mortalidade infantil variou entre 1,7‰ e 4,3‰ nos ACeS/ULS da Região de Saúde do Centro.
A nova atualização desta ferramenta será efetuada no ano de 2018, quando os dados de 2017 estiverem disponíveis no portal do INE.

 

 

21 de dezembro de 2017